Hoje me vi obrigado e me obrigando a escrever algo após ver
a última publicação em meu Blog datar de 2014, cinco anos atrás. E no meio
destas linhas medíocres eu me lembrei de um texto que havia escrito sobre uma
aventura na ilha cubana que havia escrito e vivido há quase um ano e resolvi
postá-lo antes desse.
Quanta coisa mudou de lá pra cá (2014), e quanta coisa ainda
continua da mesma forma.
Mas não quero estabelecer conflitos temporais, do que era,
do que sou hoje, do que vou ser, isso me importa cada vez menos.
Hoje prefiro planejar viagens (planejar, mas próximo passo
realizar RS!), apesar da vida financeira estar sempre estrangulada por más
escolhas, investimentos ruins, compra de passivos, carro velho, construção de
uma cobertura num triplex (sim, tríplex), enfim, após dez anos de labuta, na
fase finalíssima de uma construção infindável. (dizem que é do Lula!).
Escrevo talvez apenas para uma leitura futura minha mesmo,
então vamos lá...
Hoje acordei cedo, desde que saí do plantão há quatro meses,
estou com sono de bebê, antes descontrolado, hoje durmo e acordo cedo.
Paulo é um pedreiro faz de tudo, apesar do serviço sem muito
zelo, ele sempre está próximo de casa pedindo pra fazer algo, então o deixei hoje
fazendo um pequeno reboco de uma parede, mais pra ajudá-lo mesmo, é um pedreiro
velho que virou um amigo, enquanto parti para meu trabalho de transporte
coletivo, coisa que não fazia desde os 17, há muito tempo, ah!, o carro encontra-se
na oficina sem previsão de alta.
Já é próximo do almoço e a lembrança vai direto naquela lingüiça
legitimamente caseira/rural feita com o legítimo suíno criado na fazenda
comendo lavagem que comprei domingo na feira do Jardim Aureny I por vinte
contos de reis o quilo.
Hoje é comum no Brasil o surgimento de pseudos-especialistas
que não sabem absolutamente nada sobre o assunto em que falam, mas opinam como
grandes estudiosos sobre tudo. Vomitam senso comum e opiniões embasadas
unicamente em suas experiências medíocres e saídas de suas mentes ‘brilhantes’,
é muita vergonha alheia, é o caos.

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